SÉRIE OVNI - O CERCO SE FECHA...
por Lucilla- meridius@superig.com.br

Voltemos a este fascinante assunto. E agora guardo a certeza: o cerco se fecha. Tomada pela sensação de alívio experimentada quando deixamos o nevoeiro num penhasco ameaçador para as claridades diamantinas do sol, percebo várias peças do quebra-cabeças se encaixando por si.

Ainda esta semana mais uma ocorrência; da varanda de minha casa, em pleno dia, lá estava ele - o objeto estranho flutuando placidamente nos céus. Mais parecia estar posando, voluntariamente, para uma fotografia - exibia uma luz esbranquiçada, e durante alguns segundos me perguntei se não se trataria mesmo de um balão, ou coisa semelhante. Mas como se mantivesse a indefinição do que acontecia, corri para dentro e rapidamente muni-me de binóculos.

Quando voltei o objeto ainda estava lá - só que mudara de cor. Agora lembrava a tonalidade fosca do alumínio. Focalizei-o, ansiosa, temendo que desaparecesse, mas -coisa singular - de fato lá permanecia, como se só esperando que o enquadrasse nas lentes para desaparecer.

E foi o que aconteceu; gastei uns poucos segundos mantendo-o no alcance dos binóculos, e ainda pude observar a forma esquisita do objeto - assim, de relance, lembrava um bumerangue. Neste ponto, contudo, ele simplesmente evaporou-se. Desapareceu do meu ângulo de visão. Vasculhei os céus freneticamente. Chamei minha secretária que, empolgada com o inusitado do que ocorria, auxiliou-me com avidez na procura.

Era um dia de céu limpo, com pouca nebulosidade. Não havia nenhuma chance de se tratar de qualquer balão ou objeto flutuante, que se esgueirasse para trás daquela nebulosidade frouxa para desaparecer definitivamente, pois, num caso desses, fatalmente reapareceria, entrevisto, durante mais alguns momentos. Não foi o que sucedeu. Sumiu, realmente...

Alguns poucos meses antes, eu havia me correspondido com simpatizantes e estudiosos destes temas em estado de euforia, por ter gastado toda uma viagem de volta de Magé, nos arredores do Rio de Janeiro, em noite límpida e estrelada, com o olhar preso numa estrela gigantesca e insólita que surgira sem mais nem menos ao lado da lua. Chegando em casa, ainda a contemplei o mais que pude. E no dia seguinte, não estava mais lá.

Alguns estudiosos me explicaram tratar-se de fato de fenômeno incomum. Nenhuma estrela daquela magnitude surgiria sem mais nem menos daquela forma, para logo no dia seguinte desaparecer de vez. Foi algo inédito no céu. Pelo menos mais duas pessoas situadas em pontos diferentes no mundo me confirmaram ter visto o mesmo, tendo tentado acompanhar o fenômeno. Ninguém entendeu de pronto. E há pouco, tratando do assunto, outro estudioso me explicou ser provável que tenhamos avistado, próxima à lua, uma nave-mãe, ou um reflexo do planeta em aproximação do nosso sistema solar, Herculóbus, ou Astro Intruso, também conhecidíssimo por muitos outros nomes nos meios ufológicos e espiritualistas.

Estes fatos, portanto, vêm se repetindo de maneira assustadora. Por vezes vinha me perguntando a razão do se falar tão pouco. Por que outros não viam?! Uma estrela insólita daquele tamanho, em pleno céu límpido e estrelado, não poderia ter passado assim, despercebida. Só há poucos dias, contudo, certas "suspeitas" minhas - antes recados sutis que vinha recebendo de amigos externos ao nosso mundo, que de há tempos andam soprando gentilmente nos meus ouvidos - se confirmaram.

Já sustentei inúmeras vezes em outros textos que estas visualizações e contatos são monitorados pelos nossos visitantes extra-terrenos. Mais - não só visualizações, mas contatos imediatos, inclusive via projeção para fora do nosso corpo físico - tudo isso faz parte de um plano de enorme magnitude, dirigido por seres mais avançados e interessados em auxiliar o ser humano nesta fase crítica de transmutação planetária em pleno curso. Alguma "coisa" vinha me impulsionando a divulgar estas idéias, embora os elos, para mim mesma, ainda não estivessem tão nítidos. Até que se desse a próxima coincidência - mais um ítem do capítulo didático ao qual estou sendo submetida, no meu esforço modesto de contribuição, por intermédio da palavra escrita, na divulgação do que anda acontecendo, como preliminar para o que está por vir para todos nós.

A coincidência foi ter lido em algum canto - não me recordo bem se no mural do STUM, ou noutro site para o qual escrevo - o comentário de alguém que contou estar lendo O Livro Azul Divino - uma obra que já havia me chamado a atenção nas livrarias, mas que ainda não estava na fila daquelas que me aguardam na minha biblioteca particular. Li aquele comentário inocente, mas não sei porque (não sabia; agora sei!) aquilo não me saiu mais da cabeça. Alguma coisa, efetivamente, não sossegou até conseguir me empurrar até a livraria para comprar o livro.

Pois fui, comprei; e com ele mais dois sobre ufologia, do Marco Antonio Petit, autoridade reconhecida nos meios ufológicos do Brasil.

Ainda nem cheguei na metade do livro, e o cerco se fechou; os elos se encaixam com extraordinária rapidez!

Está tudo lá; tudo que eu vinha comentando um tanto intuitivamente, ou antes, expondo mensagens que me chegam canalizadas de amigos inesperados que me visitam para a transmissão dos seus recados, como Kelfro: a monitoração, que de fato existe. Os implantes que nos "plugam" a eles, quando identificam em nós trabalhadores sinceros pela causa de amparo à humanidade, que vêm empreendendo de forma maciça nos últimos tempos; e - coisa que me fez cair o queixo! - até mesmo a menção (já exposta por Kelfro na mensagem publicada anteriormente no meu rol de textos do STUM) à maneira como eles dirigem as informações veiculadas por meio da arte cinematográfica, um instrumento precioso e sutil, mas extremamente eficiente, de "plantarem as sementes" da realidade da presença extra-terrena no nosso mundo - para que no momento do contato final a familiaridade substitua as reações indesejáveis da perplexidade e do choque.

Está tudo lá; tudinho: Plêiades; Pleiadianos; Arcturianos. Abduções, em estado lúcido ou semi-lúcido. A atuação preciosa dos médiuns lúcidos na missão... Como disse, a metade do livro já me fechou praticamente todo um ciclo de dúvidas que jaziam plantadas na minha própria cabeça, porque vinha trabalhando nisso de maneira meio sonambúlica, automatizada, sem reconhecer que já cumpria voluntaria e alegremente a minha parte, sob o direcionamento indiscutível "deles", que acolhem a todos os que se mostram preparados para se colocarem à serviço da humanidade, na providência de um terreno propício ao mundo posterior à efervescência vigente na hora que passa.

Agora passemos à etapa seguinte...Trabalho conjunto num patamar mais claro de entendimento e de consciência. Após tantos indícios claros e coincidências - que de há muito extrapolaram as possibilidades inerentes às meras coincidências - nada de admitir a mais leve possibilidade de que seja por acaso o fato de nesta última noite, por exemplo, "alguém" ter se plantado do meu lado, explanando amplamente sobre noções da Ética Cósmica apropriada à conduta de uma humanidade que, bem brevemente, após o Contato... deverá advir...

Com amor,
Lucilla e Caio Fábio Quinto