SÉRIE OVNI - DO EXPURGO
por Lucilla- meridius@superig.com.br

"Paz e luz a todos os leitores.

Pouco antes da catástrofe havida em Nova Orleans - uns dois meses para trás - numa interessante experiência projetiva, talvez num contexto de futuro, lembro-me de ter estado junto a algumas pessoas que acabavam de passar por uma tragédia coletiva qualquer (talvez um terremoto, difícil precisar) que as forçara a correr para a rua, em debandada. Lembro bem que, por alguma razão, achava-me com elas; sentados no meio-fio de uma rua, em situação opressiva, noturna, eu olhava o céu limpíssimo com insistência, como se esperando por alguma coisa. Até que, de repente, surgia uma luz faiscante como um meteoro ultra brilhante. Mas sabendo não tratar-se disso, eu me pus insistentemente a mentalizar na direção daquele estranho ponto de luz um pedido de socorro, até que, quase de abrupto, a resposta veio. A luz se deteve; literalmente, voou feito um relâmpago na nossa direção, e de um tipo desconhecido de veículo aéreo desceram algumas pessoas amáveis - de aparência bem semelhante à nossa - que, em se acercando, identificaram-se como médicos, prestando imediatamente àquele grupo específico algum tipo de auxílio.

Praticamente todas as minhas vivências projetivas no contato com OVNIs se deram neste contexto. Avistando-os nos céus, de dia ou de noite, era peculiar a característica repetitiva de que sempre mantinha com eles um contato telepático a que respondiam instantaneamente.

Certa vez, há muito tempo, na adolescência, uma ocorrência foi legendária: da varanda da nossa residência no Meier (bairro que já mencionei anteriormente como um provável Portal, dada a abundância de eventos havidos naquele lugar) um desses estranhos veículos, de tamanho relativamente pequeno, literalmente baixara, pairando sobre nós a pouca distância. Repentinamente, uma espécie de "clarão laranja" - um tipo de luz projetada de maneira ofuscante - aquecia-me extraordinariamente o corpo, e como num esquisito vácuo, após breve pane de consciência, lançava-me para o interior, onde eu me via falando com um homem a respeito de um compromisso firmado entre nós no sentido de que ele me enviaria certas mensagens que seriam muito importantes.

Noutras ocasiões, via uma infinidade de objetos vários, de feitios sem fim; em muitas dessas vezes, repetia-se a mesma história: eu mentalizava na sua direção, e eles se aproximavam de imediato.

Creio terem estas experiências sido um tipo de ensaio, de preparação para a atual fase que todos nós vivemos. Hoje, não me impressionam nem assustam mais estas coisas; deleito-me com elas, sempre que acontecem. Impressiona-me, antes, a forma dramática como vêm se confirmando os eventos alarmantes de expurgo coletivo no orbe. Nunca, com efeito, as predições, anteriormente tão desprezadas por incrédulos e sarcásticos, se cumpriram com tanta precisão.

Como pude mencionar no artigo anterior, a população terrestre, mergulhada plenamente naquilo que os antigos nomearam de Apocalipse, tomou-se de uma letargia para a percepção do crescendo com que vêm se dando estas coisas. As nossas vistas se viciaram com a repetição exaustiva com que o noticiário, de modo quase atordoante, vem divulgando a ocorrência de ciclones, tornados, enchentes, vulcões em erupção repentina, maremotos, furacões, secas ardentes e extemporâneas ateando fogo em grandes fatias do orbe... E repetem-se também, com isso, as desencarnações maciças: a contar do grande marco do século que foi a queda das torres gêmeas, matando de forma abrupta milhares de pessoas, perde-se a conta dos acontecimentos naturais e dos desencadeados pela incúria humana, simultaneamente, que se encarregaram de levar centenas de seres humanos para outras dimensões da vida: atentados, guerras; o gigantesco tsunami; terremotos, enchentes... há pouco, lia a notícia de um terremoto de magnitude 7.4 acontecido no fundo do oceano para os lados da Indonésia, e que, segundo especialistas, pode desencadear um violento maremoto num raio de mais de cem quilômetros.

Toda esta gente que vem desencarnando de maneira dramática, num intervalo de tempo tão curto - menos de uma década - obviamente, aporta na invisibilidade grandemente necessitada de situar-se; de socorro físico, emocional e psicológico e, mais que tudo, de entendimento. O que evidencia, portanto, que elevado número de habitantes de dimensões e locais outros do universo, imbuídos em missão espontânea de fraternidade e de amor, certamente vêm disso se encarregando com eficiência bem acima daquilo que podemos conceber.

Trata-se de seres de há muito preparados para este momento crítico; treinados para atuarem nobremente numa causa de subida magnitude, acima de tudo movidos por genuíno interesse, já que, em grande número, habitaram e evoluiram espiritualmente em solo terrestre, em virtude do que lamentam, verdadeiramente, o estado atual a que chegou a humanidade, em conseqüência da ganância, da crueldade e do egoísmo alimentados desde há um perder de vista, nas vidas corpóreas do passado evolutivo nebuloso da história humana.

Tudo que se colhe agora são simples conseqüências; o resultado do plantio negativo, longamente alimentado pela insanidade humana. Os que desencarnam seguem, nada mais nada menos, para os lugares onde a indefectível sabedoria do Criador os situa, em perfeita consonância com as suas necessidades interiores de melhoria; mas jamais deve-se nutrir qualquer dúvida de que, a par da justiça perfeita, existe a lei de causa e efeito também para os que conquistaram, em si próprios, os méritos para o grande salto quântico rumo às paragens mais iluminadas do Cosmos. E também confiemos que se aqui, em meio a tantos e tantos desacertos, o socorro se faz enfático e preciso no momento das grandes catástrofes, o que não serão capazes de fazer pela humanidade doente aqueles que, dispondo de maiores e melhores recursos em todos os sentidos, desde há muito vigiam, na expectativa do momento em que nos distingüirão com aquele amor supremo, ainda e sempre presente na hora certa, a fim atestar a perenidade eqüânime do Criador para todos os que sofrem, ou se voltem, espontaneamente, para a Luz Suprema da Sua providência.

Com amor,

Lucilla e Caio Fábio Quinto

"Elysium"

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