SÉRIE OVNI - NOVOS SINAIS
por Lucilla- meridius@superig.com.br

"Há pouco tempo discorri noutro artigo sobre experiências visuais de OVNIs, vividas no decorrer dos anos, mencionando alguns exemplos. Comentei da relativa facilidade com que estas coisas acontecem, se nos dispusermos ao simples ato de olhar para cima um pouco mais de tempo, em ocasiões propícias - noites estreladas, especialmente as que passamos afastados das luzes feéricas das cidades grandes, ou pelo menos da janela de um apartamento situado em andar alto, e com vista privilegiada dos céus e dos horizontes.

Falei também de minhas conclusões a respeito de se darem estes contatos visuais não somente na oitava de percepção vibratória pertinente aos nossos sentidos ordinários, mas também em situações de desdobramento para fora do corpo físico, extraindo-se, daí, a compreensão de que a vida extra-terrestre se manifesta à nossa contemplação noutras dimensões e freqüências perceptivas; ainda, que certamente os nossos visitantes sabem exatamente quando e por quem são vistos. Mais: certamente permitem o contato visual da parte dos seres humanos, quando lhes convém.

Vivemos tempos difíceis. Sobejam avisos e presságios provenientes de fontes as mais variadas, nessa era de informática onde a internet, neste terreno, converteu-se, naturalmente, numa gigantesca estação permanente de observação e de transmissão das mais oportunas informações, guiadas e orientadas por estes visitantes dos outros quadrantes do Universo, que acompanham, com interesse todo especial, este momento extenso de expurgo em rítmo acelerado, culminando com o processo de desencarnação em massa que já principiamos a presenciar, meio assombrados, meio anestesiados pela letargia originada no fato de nos situarmos bem no olho do furacão. É bem pouco provável, portanto, que os OVNIs estejam pipocando em toda a parte do globo à guisa de turismo extra-terreno: extravagâncias intergalácticas de quem, proveniente de regiões ultra-avançadas das galáxia, deseja espairecer um pouco, espiando o que anda acontecendo nos mundos espalhados pelo universo afora...

Não; a razão nos sopra que devem existir motivos melhores. Quem diabos se daria ao trabalho de se demover de paragens outras mais evoluídas, e distando milhões de anos-luz da Terra, para observar e se deleitar com a baderna que anda imperando por aqui? O homérico desrespeito à vida planetária, com que os habitantes terrenos agridem, frontalmente, o meio-ambiente, ignorando os Tratados de Kyoto e as medidas emergenciais que buscam salvar - se é que ainda dá tempo - a vida e as condições adequadas de sobrevivência no mundo, em nome de conveniências econômicas e favorecendo, escandalosamente, a manutenção de um imperialismo mesquinho, renitente na ignorância sistemática e criminosa da própria existência do "resto do mundo".

É de uma burrice tão descomunal;, de uma falta de senso tão titânica, que torna-se bem pouco provável que mesmo civilizações extra-terrestres porventura menos avançadas moralmente quisessem perder seu tempo para, dos nossos céus, assistirem a tamanha demonstração de insanidade e incúria, a tão estentórico atestado de loucura suicida.

Há mais lógica, portanto, em se supor que alguma finalidade mais nobre e mais importante demove estes visitantes celestes que, se mais avançados são, certamente, e em conseqüência, entendem com espontaneidade o subido valor da Vida no universo. Habituados à visão monumental da vida povoando o Cosmos de um ao outro extremo, é fora de dúvida que atribuem, também à vida que movimenta o nosso orbe - pobres coitados de nós! -, a justa importância, decidindo-se, assim, a auxiliarem, a todo custo, os infelizes que, aqui, combatem tão arduamente nesta luta inglória, onde a maioria dos seres, como se tomados por inexplicável acesso de loucura, decidiram-se pela inconsciência que a todos cegou para um fato, muito bem mencionado no Greenpeace: "No dia em que o último peixe morrer nos rios e mares, finalmente a humanidade compreenderá que dinheiro não se come!"

Toda esta explanação é a propósito do acontecido no dia de hoje: da mesma janelinha onde pude vislumbrar, anos antes, quando solteira, vários indícios indiscutíveis de vida extra-planetária, nos céus limpos descortinados de um sexto andar na Tijuca, bairro do Rio de Janeiro, hoje, ao cair da tarde, pela segunda vez, meu filho mais velho e minha mãe, juntos, avistaram mais um destes maravilhosos sinais nos céus.

Tranqüilamente, lá ia, alto no céu, muito acima da pedra do Grajaú, o objeto em forma elíptica, acinzentado pela distância. Deixando atrás de si esquisito rastro colorido como o de um arco-íris, com faixas policromas justapostas que lhe acompanhavam o movimento, mais lembrando algum campo desconhecido de energia, ziguezagueou para trás e para frente algumas vezes - e desapareceu, vertiginoso, sem deixar traços...

De modo algum é admissível que isto não atenda a uma finalidade importante, de vez que não somos os únicos. Estes fatos se repetem, simultaneamente, em pontos vários do globo, apenas que não sendo, sabe-se lá porque, (embora as razões sejam razoavelmente fáceis de ser adivinhadas) devidamente divulgados pela mídia de massa...Nem que uma destas finalidades seja um artigo como este, que, lido por um bom número de pessoas, ajude a alastrar, para todos os seres humanos mergulhados na aflição iminente dos acontecimentos que estão por vir, a certeza de que não nos achamos sozinhos.

Para cima e para além das estrelas visíveis nos céus infinitos há gente que se preocupa conosco, e com todos aqueles que vibram e respiram pela paz, sintonizados com os elevados propósitos da imensa Fraternidade Cósmica.

Com amor,

Lucilla e Caio Fábio Quinto

"Elysium"

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